segunda-feira, 3 de março de 2014

Anti-doping Espiritual

Durante a ministração da Lição 2 da revista "Vestindo a Camisa" o Senhor me deu um atividade que impactou a classe. A chamamos de Anti-doping Espiritual, pois falávamos sobre as diferenças do Atleta de Deus (fiel e com garra) e do falso Atleta de Deus.

Lancei o desafio durante a aula, e alguns escreveram imediatamente. Porém depois de ler as respostas deste primeiros entendi que devo insistir para que todos escrevam, por isso farei da seguinte forma:

 -Entregue a cada aluno uma folha amarela (representando a urina
-Peça que escrevam nela tudo o que encontraram durante sua auto-avaliação
-Entregue a eles um tubo de ensaio, destes de lembrancinhas
-Peça que dobrem bem a folha e coloquem dentro do tubo
-Recolha os tubos de ensaio
-Faça juntamente com os alunos, uma oração de libertação dos pecados alí registrados
-Convoque os alunos para uma semana de consagração com o propósito de libertação
-Na semana seguinte devolva os tubos de ensaio com balinhas ou confeitos dentro dos tubos e versículos bíblicos sobre libertação e perdão de pecados


Mas o que é Anti-doping no esporte?

O uso de drogas ou qualquer outro tipo de substância que melhore de forma artificial o rendimento de um atleta durante uma competição e que tragam efeitos prejudiciais ao mesmo é denominado doping. Aquele que faz uso de doping leva certa vantagem (desleal) em relação aos que não o fazem, por isso é considerado antiético e é proibido no esporte. O teste antidoping tem a função de detectar essas substâncias, bem como sua quantidade no organismo dos atletas, classificadas pela Agência Mundial de Antidoping.

O teste é feito com urina, aproximadamente 65 mL, uma vez que é pela urina que são eliminadas substâncias tóxicas ao organismo. Para fazer o exame, o atleta é encaminhado para o controle de doping, onde fará a coleta da urina na presença de um responsável do evento de mesmo sexo, para que não haja fraude na coleta. No ato da coleta são analisados o pH e o volume da amostra, que depois é transferida para dois recipientes: prova e contraprova e enviada ao laboratório olímpico.

A fase analítica do teste envolve técnicas de cromatografia gasosa e espectrometria de massa. O cromatógrafo tem a função de separar as substâncias encontradas no frasco prova e transferi-las ao espectrômetro, que fará fragmentos da molécula e quantificará cada pedaço obtido. Depois tais moléculas são rearranjadas e comparadas às proibidas pela Agência Mundial de Antidoping. Quando são encontradas substâncias proibidas na prova, é feito um novo exame com a amostra contraprova, obedecendo aos mesmos parâmetros do primeiro.

Nos casos em que a contraprova também gera resultado positivo, a infração do esportista é informada ao órgão que controlam o processo e o atleta é punido, podendo ser eliminado da competição ou até julgado pelo comitê. O laudo do exame é entregue em envelope lacrado primeiramente ao órgão responsável, e não ao atleta.

As substâncias vetadas são, geralmente, classificadas em quatro grupos:
Estimulantes: tornam o atleta mais excitado, agindo diretamente no sistema nervoso. São capazes de eliminar a sensação de fadiga e o potencializar o desempenho do atleta. Dentre as mais comuns estão a anfetamina, acocaína e o ecstasy.
Narcóticos analgésicos: têm o poder de amenizar a dor e são usados com maior frequência no ciclismo e no pugilismo. Morfina e derivados são exemplos de doping dessa classe.
Diuréticos: atuam na eliminação de água do organismo para que haja perda de peso, além de serem utilizados também para eliminar outras substâncias proibidas.
Esteroides anabolizantes: aumentam a massa muscular do atleta (não-atletas também os utilizam para esse fim) e diminuem o tempo de recuperação. Podem ser consideradas as mais nocivas das substâncias vetadas.

O doping pode trazer efeitos colaterais como comportamento agressivo, acne, lesões hepáticas, sudorese excessiva, choque anafilático, insônia, arritmia cardíaca, acidente vascular cerebral, cânceres, entre outros.

Somente os laboratórios credenciados pela WADA - World Anti-doping Agency - são aptos a fazer o exame antidoping. Todos os atletas são submetidos ao teste sem serem avisados previamente.


fonte: http://www.infoescola.com/esportes/exames-antidoping/

Como é feito o exame antidoping?
Ele acontece logo depois das provas. Todos os testes são feitos a partir de amostras de urina. E há basicamente quatro tipos de substâncias proibidas. Elas começam pelos estimulantes, que excitam o sistema nervoso. É o caso das anfetaminas. Mais comuns são os anabolizantes. Usados durante os treinamentos físicos, eles alteraram o metabolismo, fazendo a massa muscular crescer mais do que o normal. Outra categoria proibida é a das substâncias calmantes, que inclui álcool e maconha. O problema é que, em pequenas doses, elas relaxam os nervos. E isso pode dar alguma vantagem em competições como o tiro.
Diuréticos, que eliminam água do organismo, também são vetados. É que eles servem tanto para tirar vestígios de doping como para diminuir o peso de lutadores que tentam competir em categorias de peso abaixo das suas. Além do uso de drogas, enfim, há mais três proibições: injetar sangue, que dá mais fôlego por aumentar o número de glóbulos vermelhos, manipular saquinhos de urina - por motivos óbvios - e o doping genético - estímular órgãos e tecidos com proteínas ou vírus modificados. Isso, na verdade, ainda não foi bem desenvolvido, mas, virtualmente impossível de ser detectado, tem tudo para vingar.

Xixi indiscretoTestemunhas conferem se a urina é legítima 

1. Nos esportes individuais, como o atletismo, os quatro primeiros colocados de cada modalidade são convocados para o exame. Nos coletivos são escolhidos aleatoriamente alguns integrantes das equipes vencedoras. O número de testes sempre aumenta nas provas finais 

2. A equipe que coleta a urina pode incluir membros do COI, representantes da federação do atleta e médicos. O sujeito preenche um formulário com o nome das substâncias que teria consumido. E escolhe um frasco vazio para urinar 

3. Pelo menos um dos representante do COI deve olhar o atleta fazendo xixi. Não vale pedir licença ou se esconder enquanto enche o frasco - no mínimo 65 ml. Se o examinado ficar constrangido, pode levar um acompanhante 

4. O frasco é enviado para um laboratório. E o resultado vai para o presidente do Comitê Antidoping do COI. Só ele tem a lista que relaciona o laudo ao atleta. Se der positivo, pede-se uma contraprova. Se o resultado for o mesmo, o atleta é desclassificado 

fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-e-feito-o-exame-antidoping



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